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Fotos e vídeo: Bando usa arma de guerra para invadir empresa em São Bernado/Campinas-SP

Correio Popular - Uma quadrilha armada com fuzis de diversos calibres, inclusive de uso exclusivo das Forças Armadas, usou explosivos para invadir, na madrugada desta segunda, o prédio da empresa de transporte de valores Protege, localizada no bairro São Bernardo, em Campinas. Os criminosos chegaram contra a fachada da empresa por volta das 4h15. Derrubaram o portão de ferro e explodiram uma parede. Eles renderam todos os funcionários da empresa, explodiram o cofre e fugiram em seguida. Informações extraoficiais indicam que foram levados pelo menos R$ 50 milhões.
O intenso tiroteio durou cerca de uma hora e meia, segundo depoimento de vizinhos, e não deixou feridos. O poder de fogo dos bandidos foi tão forte que várias salas ficaram atingidas e até o teto do prédio ficou danificado. Marcas de disparos em muros e portões de vizinhos revelam como foi violenta a ação. "Foi desesperador! Parecia que eu estava no meio de uma guerra" Paulo Sérgio Velasco.
Em uma fuga cinematográfica, os criminosos colocaram fogo em dois caminhões no trevo do km 92 da rodovia Anhanguera, no sentido interior. A quadrilha posicionou estrategicamente um dos veículos na Rodovia Santos Dumont e o outro na Avenida Prestes Maia, para tentar impedir a perseguição policial.

Até o início da tarde desta segunda, ninguém havia sido preso acusado de participar  da ação.
Pânico e clima de guerra
Moradores e vizinhos viveram momentos de pânico durante a madrugada. Eles relatam ter ouvido três grandes explosões. O estrondo da explosão foi tão forte que chegou a arrebentar todos os vidros de uma instituição religiosa localizada ao lado. “Foi desesperador! Parecia que eu estava no meio de uma guerra”, conta o aposentado Paulo Sérgio Velasco, de 59 anos, que mora há cerca de 500 metros da empresa, na Rua João Felipe Xavier da Silva.
Sem saber ao certo o que estava acontecendo, Velasco e a mulher buscaram refúgio embaixo da cama. Os tiros atingiram a parede e o quintal da casa de Velasco.
O tiroteio foi tão intenso que moradores de bairros distantes, como o Jardim das Bandeiras, Campos Elíseos, Jardim Leonor, Vila União, Jardim Aurélia e Bandeirantes, afirmaram que foram acordados pelo barulho dos tiros.
Os relatos de medo e pânico tomaram as redes sociais. "Gente do céu, eu moro no Jardim Bandeirantes, perto do balão do Tavares, e acordei com o barulho da explosão e dos tiros de fuzil. Foi assustador!", narrou uma leitora do Correio.
Isabela Barreto Moro, que mora a menos de um quilômetro da empresa, diz que entrou em pânico e se sentiu em uma guerra. "Me senti no meio de uma guerra. As explosões e tiros pareceriam não ter fim, mais de duas horas de tiroteio sem pausa", relatou nas redes sociais. "Tenho um filho de dois anos e o meu desespero foi imenso porque todos os vidros de casa estavam tremendo. Eu não sabia se era mais perigoso ficar ou ir para casa de parentes, sem saber a proximidade dos tiros", conta.
Um funcionário da Protege que preferiu não se identificar informou que os criminosos estavam encapuzados. Segundo ele, os trabalhadores vivem com medo. “É insegurança o tempo todo. Não trabalhamos direito apenas esperando o dia de acontecer algo pior. Muitos de funcionários estão com a condição psicológica abalada”, afirma. “Não há o que fazer contra esses bandidos com armamentos pesados”, explica.
Investigação
Policiais civis e militares estiveram no local para colher depoimentos, apreender munições e realizar a perícia técnica. O caso será investigado pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Campinas. “Sem dúvida, trata-se de uma quadrilha muitíssimo bem organizada, bastante ousada e com enorme poder de fogo”, afirma o chefe de investigação da DIG, Marcelo Hayashi.
Ele explica que as investigações começam com o depoimento de testemunhas. “A partir de hoje (segunda-feira) saberemos quantas pessoas e quantos carros estão envolvidos na ação ou quais foram as armas utilizadas, por exemplo”, explica.
Em nota, a assessoria de imprensa do Grupo Protege disse que aguarda a apuração dos fatos e, para isso, colabora com as autoridades policiais em sua investigação.
"Não trabalhamos direito apenas esperando o dia de acontecer algo pior" funcionário da Protege
Bloqueio em rodovia
Na fuga, os criminosos queimaram dois caminhões na Rodovia Anhanguera, na altura do km 92, no sentido interior, impedindo a ação coordenada da polícia.

Durante quase quatro horas, as alças de acesso para a rodovia Santos Dumont, próximo ao Campinas Shopping, e para quem vinha da Prestes Maia, para acessar para a Rodovia Anhanguera, ficaram bloqueados. Os acessos só foram liberados por volta das 8h25.

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