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Evangelho do Dia/Santo do Dia

7 de março de 2016 – CNBB
1ª Leitura - Is 65,17-21
Nunca mais se ouvirá a voz do pranto e o grito de dor.
Leitura do Livro do Profeta Isaías 65,17-21
Assim fala o Senhor:
17Eis que eu criarei novos céus e nova terra, coisas passadas serão esquecidas, não voltarão mais à memória.
18Ao contrário, haverá alegria e exultação sem fim em razão das coisas que eu vou criar; farei de Jerusalém a cidade da exultação e um povo cheio de alegria.
19Eu também exulto com Jerusalém e alegro-me com o meu povo; ali nunca mais se ouvirá a voz do pranto e o grito de dor.
20Ali não haverá crianças condenadas a poucos dias de vida nem anciãos que não completem seus dias. Será considerado jovem quem morrer aos cem anos; e quem não alcançar cem anos, passará por maldito.
21Construirão casas para nelas morar, plantarão vinhas para comer seus frutos.
Palavra do Senhor.
Salmo - Sl 29, 2.4. 5-6. 11.12a.13b (R.2a)
R. Eu vos exalto, ó Senhor, pois me livrastes!
2Eu vos exalto, ó Senhor, pois me livrastes,* e não deixastes rir de mim meus inimigos!
4Vós tirastes minha alma dos abismos* e me salvastes, quando estava já morrendo!R.
5Cantai salmos ao Senhor, povo fiel,* dai-lhe graças e invocai seu santo nome!
6Pois sua ira dura apenas um momento,* mas sua bondade permanece a vida inteira; se à tarde vem o pranto visitar-nos,*de manhã vem saudar-nos a alegria.R.
11Escutai-me, Senhor Deus, tende piedade!* Sede, Senhor, o meu abrigo protetor!
12aTransformastes o meu pranto em uma festa,*
13bSenhor meu Deus, eternamente hei de louvar-vos!R.
Evangelho - Jo 4,43-54
Vai, teu filho está vivo.
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São João 4,43-54
Naquele tempo:
43Jesus partiu da Samaria para a Galiléia.
44O próprio Jesus tinha declarado, que um profeta não é honrado na sua própria terra.
45Quando então chegou à Galiléia, os galileus receberam-no bem, porque tinham visto tudo o que Jesus havia feito em Jerusalém, durante a festa. Pois também eles tinham ido à festa.
46Assim, Jesus voltou para Caná da Galiléia, onde havia transformado a água em vinho. Havia em Cafarnaum um funcionário do rei que tinha um filho doente.
47Ouviu dizer que Jesus tinha vindo da Judéia para a Galiléia. Ele saiu ao seu encontro
e pediu-lhe que fosse a Cafarnaum curar seu filho, que estava morrendo.
48Jesus disse-lhe: 'Se não virdes sinais e prodígios, não acreditais.'
49O funcionário do rei disse: 'Senhor, desce, antes que meu filho morra!'
50Jesus lhe disse: 'Podes ir, teu filho está vivo.' O homem acreditou na palavra de Jesus e foi embora.
51Enquanto descia para Cafarnaum, seus empregados foram ao seu encontro, dizendo que o seu filho estava vivo.
52O funcionário perguntou a que horas o menino tinha melhorado.
Eles responderam: 'A febre desapareceu, ontem, pela uma da tarde'.
53O pai verificou que tinha sido exatamente na mesma hora em que Jesus lhe havia dito: 'Teu filho está vivo'. Então, ele abraçou a fé, juntamente com toda a sua família.
54Esse foi o segundo sinal de Jesus. Realizou-o quando voltou da Judeía para a Galiléia.
Palavra da Salvação.
Reflexão - Jo 4, 43-54
Jesus declarou que um profeta não é honrado na sua própria terra. Como ele foi criado na cidade de Nazaré, que fica na Galiléia, fazia referência aos galileus, que precisavam de sinais e prodígios para crer e ficavam exigindo que Jesus operasse milagres que testemunhariam que ele de fato era o Filho de Deus. Jesus nos mostra que o processo é justamente o contrário: não são os sinais que devem nos levar a crer, mas é a nossa fé que deve produzir sinais de Reino de Deus, sinais de fraternidade, de justiça, de amor, de vida em abundância. Porque ter fé significa ter a presença amorosa e solidária de Deus em todos os momentos da vida.
SANTO DO DIA
Santas Perpétua e Felicidade - Mártires do segundo século
Jovens mães que foram até as últimas consequências defendendo a fé que professavam
Numa perseguição que se desencadeou em Cartago, foram presos nesta cidade cinco catecúmenos, entre os quais uma escrava chamada Felicidade e uma mulher, ainda nova e de posição, chamada Perpétua. A primeira estava grávida de oito meses e a segunda tinha uma criança de peito. Receberam o batismo enquanto estavam presas.
Permitiram a Perpétua que levasse consigo o filho para o cárcere. Chegado o interrogatório, ambas confessaram abertamente a fé e foram condenadas a ser lançadas às feras no aniversário do imperador Geta. A mãe foi então separada do seu filhinho. “Deus permitiu que ele não voltasse a pedir o peito e que ela não fosse mais atormentada com o leite”, escreveu Perpétua no diário que foi fazendo até o dia da sua morte. Narra em seguida uma visão em que lhe apareceu seu irmão Dinócrates, ao sair do Purgatório graças às suas orações, e outra em que lhe foi prometida a assistência divina no último combate.
Felicidade receava que, devido ao seu estado, não lhe permitissem morrer com a companheira, mas, três dias antes dos espetáculos públicos, deu à luz. Como as dores do parto lhe arrancassem gritos, um dos carcereiros observou-lhe: “Se tu te lamentas já dessa maneira, que será quando fores lançada às feras?”. “Hoje sou eu que sofro, respondeu a escrava; nesse dia, sofrerá por mim Aquele por quem eu sofro”. Deu à luz uma menina que foi adotada por uma mulher cristã.
Perpétua e Felicidade entraram alegremente no anfiteatro com os três companheiros. Envolveram-nas numa rede e entregaram-nas às arremetidas duma vaca furiosa. O povo cansou-se depressa de ver torturar as duas jovens mães, uma das quais ia perdendo o leite, e pediu que se acabasse com aquele espetáculo. Abraçaram-se então pela última vez. Felicidade recebeu o golpe de misericórdia impavidamente. Perpétua caiu nas mãos dum gladiador desastrado que falhou o golpe, “tendo-se visto ela própria na necessidade de dirigir contra o pescoço a mão trêmula do gladiador inexperiente”. Estes martírios deram-se na era de 203.
Santas Perpétua e Felicidade, rogai por nós!

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