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Impostômetro do RN

Ala anti-Dilma do PMDB quer expulsão dos que não deixarem cargos no governo

Último Segundo - A ala oposicionista do PMDB está se decidida a impedir que os sete ministros filiados ao partido se licenciem da legenda para permanecer nos cargos. Defensores do rompimento com Dilma Rousseff, eles querem aprovar a expulsão de quem se recusar a desembarcar do governo federal. Além da vice-presidência da República, o partido ocupa os ministérios da Saúde, Minas e Energia, Agricultura, Ciência e Tecnologia, Turismo, Aviação Civil e Portos.
O diretório do partido irá se reunir nesta terça e a tendência é decidir pelo desembarque, apesar da resistência de ministros e de alguns senadores e deputados. Os peemedebistas pró-impeachment passaram a manhã deste sábado (26) discutindo o que fazer com quem resistir a deixar o governo caso se confirme a decisão pelo rompimento.
"Esta decisão tem que ser encarada com seriedade. Os ministros que quiserem permanecer no governo vão ter de se desfiliar do partido. Os raros governistas que ainda restam no partido sonham com uma reunião que não defina nada", afirma Carlos Marun (PMDB-MS), um dos líderes do movimento de rompimento com o Planalto.
"Não podemos permitir uma coisa dessas. Vamos aprovar a saída do governo e a punição para quem não sair", faz coro Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), também oposicionista. "Não existe meio-dentro ou meio meio-fora. Não vamos permitir essa jogada a mais. Quem quiser propor isso, que meta a cara. Os ministros, em vez de defender a não saída, têm de dizer por que não querem sair."
Os posicionamentos da ala antigoverno são reação à decisão de alguns ministros de não entregar os cargos mesmo diante de uma eventual decisão pelo desembarque. Integrantes do partido próximos ao governo têm apontado também impasse diante da possível supressão de "centenas" de cargos do segundo e terceiro escalões em um ano de eleições municipais.

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