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PF indicia 43 da seita evangélica 'Jesus, a Verdade que Marca'

Ailton do Vale - A Polícia Federal concluiu um inquérito que indicia 43 pessoas ligadas à comunidade evangélica “Jesus, a Verdade que Marca” por lavagem de dinheiro, organização criminosa, trabalho análogo à escravidão e aliciamento de trabalhadores. As irregularidades cometidas pela seita já haviam sido denunciadas por O TEMPO, em outubro de 2005.
O relatório da PF, resultado da operação “De Volta para Canaã”, iniciada em 2011, foi encaminhado nesta terça-feira (16) para o Ministério Público Federal em Belo Horizonte. Os promotores analisarão o caso e, posteriormente, a Justiça vai acatar ou não a denúncia.
Entre os 43 indiciados, seis são considerados os articuladores da seita: o pastor Cícero Vicente de Araújo, o missionário Adalberto Freitas, os vereadores Miguel Donizete Buzato, de São Vicente de Minas, e Peterson Andrade Ferracciu, de Minduri, e os empresários Paulo Gabriel Júnior e Andreia Metran.
Segundo o delegado João Carlos Girotto, responsável pelo inquérito, eles foram denunciados nos quatro crimes citados no relatório e, se forem condenados, podem pegar a pena máxima, que somada é de 26 anos.
“Os líderes da seita tiveram participação efetiva em todos os delitos. Os demais foram indiciados na medida de suas responsabilidades, a maioria é por lavagem de dinheiro. Essas pessoas emprestavam nomes para os dirigentes e corroboraram com os demais crimes”, disse.
Os seis principais encarregados de organizar a comunidade foram presos em agosto do ano passado e passaram cinco dias detidos no presídio de Três Corações, no Sul de Minas. No entanto, o prazo de prisão provisória venceu e eles acabaram soltos.
“Naquele momento ainda não tínhamos concluído o inquérito e não havia elementos suficientes que comprovassem o crime. Agora a situação é outra. O MP vai analisar o caso e logo a Justiça deve tomar uma decisão”, explicou.
Conforme informou o delegado, foram bloqueados inúmeros bens, como 115 veículos e todas as contas bancárias dos líderes e das empresas que eram utilizadas para 'legalizar' o dinheiro recolhido das vítimas. Ainda segundo Girotto, pelo menos 15 fazendas, em Minas Gerais e na Bahia, também foram alvo da operação.  

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