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Impostômetro do RN

Evangelho do Dia/Santo do Dia

29 de dezembro de 2015 – Paulinas
Apresentação de Jesus no templo - Lc 2,22-35
E quando se completaram os dias da purificação, segundo a lei de Moisés, levaram o menino a Jerusalém para apresentá-lo ao Senhor, conforme está escrito na Lei do Senhor: "Todo primogênito do sexo masculino será consagrado ao Senhor". Para tanto, deviam oferecer em sacrifício um par de rolas ou dois pombinhos, como está escrito na Lei do Senhor. Ora, em Jerusalém vivia um homem piedoso e justo, chamado Simeão, que esperava a consolação de Israel. O Espírito do Senhor estava com ele. Pelo próprio Espírito Santo, ele teve uma revelação divina de que não morreria sem ver o Ungido do Senhor. Movido pelo Espírito, foi ao templo. Quando os pais levaram o menino Jesus ao templo para cumprirem as disposições da Lei, Simeão tomou-o nos braços e louvou a Deus dizendo: "Agora, Senhor, segundo a tua promessa, deixas teu servo ir em paz, porque meus olhos viram a tua salvação, que preparaste diante de todos os povos: luz para iluminar as nações e glória de Israel, teu povo". O pai e a mãe ficavam admirados com aquilo que diziam do menino. Simeão os abençoou e disse a Maria, a mãe: “Este menino será causa de queda e de reerguimento para muitos em Israel. Ele será um sinal de contradição – e a ti, uma espada traspassará tua alma! – e assim serão revelados os pensamentos de muitos corações”.
29 de Dezembro - São Tomás Becket
Bispo e mártir (1118-1170)
Tomás parecia predestinado desde jovem a uma brilhante carreira civil e eclesiástica.
Nascido em Londres, de pais normandos, recebeu a primeira instrução na abadia de Merton. A seguir, mandado a Paris e à Bolonha por Teobaldo, arcebispo de Cantuária, foi por este nomeado, na sua volta, arcediago de Cantuária.
Também o rei Henrique II se lembrou dos dotes especiais do diácono Tomás e o designou chanceler do reino. Uma escolha acertada. Tomás possuía ambição e audácia e, quando era o caso, não hesitava em colocar-se ao lado do amigo soberano nas frequentes batalhas e sobretudo nos movimentados jogos de sociedade.
Homem do mundo, mais que homem da Igreja. Mas quando o rei o propôs ao papa como sucessor do arcebispo Teobaldo, convencido de ter nele um bom aliado, ocorreu em Tomás uma radical mudança.
O arcediago "labioso" transformou-se em um zeloso pastor de almas. Havia advertido o rei: "Senhor, se Deus permitir que eu me torne arcebispo da Cantuária, perderei a amizade de vossa majestade". E assim sucedeu.
Ordenado sacerdote em 3 de junho de 1162 e consagrado bispo no dia seguinte, Tomás não tardou em pôr-se em choque com o soberano, quando recusou reconhecer as constituições de Clarendon de 1164, que retomavam certos privilégios ilícitos do rei sobre a Igreja. Para subtrair-se à vingança do rei, Tomás embarcou para a França e durante seis anos levou vida ascética em um mosteiro cisterciense.
O papa Alexandre III, com o qual Tomás se encontrou, aconselhou-o à moderação. Feita a paz com o soberano, o arcebispo pôde voltar a sua sede episcopal, acolhido em triunfo pelos fiéis. Mas Tomás não se iludia com a boa vontade do rei e o disse de forma clara a sua gente: "Voltei para morrer no meio de vós".
Foi realmente morto em sua catedral por sicários do rei. O arcebispo havia sido advertido do perigo iminente, mas ficou em seu posto: "O medo da morte não nos deve fazer perder de vista a justiça". Tinha de fato deposto os bispos que haviam aceitado e subscrito as constituições de Clarendon. Acolheu os sicários do rei vestido dos paramentos sagrados e se deixou apunhalar, murmurando: "Aceito a morte em nome de Jesus e pela Igreja".
Toda a Inglaterra o proclamou mártir, e três anos depois Alexandre III confirmou o título canonizando-o.

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